• HISTÓRIA DOS PERFUMES
    Há 2 Anos - POR ANA FRANCO


    Quem não gosta de se perfumar, de sentir um cheirinho gostoso e até de deixar um rastro perfumado quando passa?
    Mas você já se perguntou como tudo isso começou?
    Vamos contar.

    As civilizações antigas já procuravam por aromas diferentes e agradáveis que eram ofertados em ânforas, a algumas divindades.
    Na Idade Média, os nobres tinham o privilégio da utilização de substâncias aromáticas para perfumar o corpo.
    Em meados do século XVII o perfume ganhou o status de produto disponível para grande consumo, na França.

    Os primeiros produtos que surgiram eram águas, tratadas com flores, mas a partir da Revolução Francesa começaram a aparecer fórmulas utilizando aromas de couro, almíscar e até musgos, associando o perfume à sedução e ao erotismo.

    Perfume e moda passam a caminhar juntos. A química orgânica, que surgiu a partir de 1920, fez surgir as fragrâncias como são conhecidas até hoje. A pioneira nesse setor foi a Psyché e La Damme Blanche, de Coty.

    Alguns perfumes marcaram época, como o Chanel no.5 e o Shalimar de Guerlain, sempre associados à moda, sedução e erotismo.

    A partir daí o conceito de perfumaria muda radicalmente, transformando-se em produto de mercado, surgem os designers voltados exclusivamente à criação das embalagens e frascos para os perfumes.

    Entre 1930 e 1940 Jean Patou, famoso estilista, lança Joy, na época a fragrância mais cara até então já vista. No período da guerra, falta matéria prima. Marcel Rochas, o estilista favorito de Jean Harlow, Marlene Dietrich e Mae West, lança a fragrancia Femme, um luxo para os tempos difíceis.

    No pós guerra, os florais frescos é que fazem sucesso, como Dioríssimo, de Dior. Nos Estados Unidos, Estèe Lauder lança o Youth Dew que tinha como slogan “o mais sexy do mundo”.  
    O movimento hippie da década de 60 determina um novo conceito e uma nova postura. Para ir contra a burguesia que usava Yves Saint Laurent, a juventude paz e amor ataca de aromas a base de patchouly.

    Os anos 70 trazem como novidade os frascos de perfume com formas geométricas, fragrâncias mais densas como a postura da mulher de então. É quando surgem o Opium, de Yves Saint Laurent, Anais Anais, de Cacharel e Chloé.
    Quando os yuppies surgiram, nos anos 80, com todo o culto ao corpo e um estilo voltado ao poder e a beleza, as fragrâncias da moda eram Poison e Must de Cartier.
    O estilista Jean Paul Gaultier, o rebelde da década de 90 cria o frasco com formato de busto e espartilho e Thierry Mugler lança Angel, sucesso até os dias de hoje, num frasco em formato de estrela azul.
    Paralelo a isso as fábricas de perfume investem em tecnologia, planejamento e cuidados técnicos na busca de fragrâncias que imitem cada vez mais a natureza e dando a impressão de ser um trabalho cada vez mais artesanal.   

     

     

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