• COMEÇO DO USO DA GRAVATA
    Há 9 Meses - POR ANA FRANCO



    Mais de uma vez já falamos que a história não começa quando você entra nela. Em algum momento alguem criou algum objeto que hoje usamos.

    Assim foi com a gravata. Um dos mais antigos registros em dos egípcios, que usavam um amuleto no pescoço das múmias, para proteger dos perigos da eternidade, chamado de Sangue de Isis, feito de ouro ou cerâmica e no formato de um cordão com nó.

    Os chineses usavam um pedaço de pano muito parecido com um cachecol preso por um nó, como simbolo de status.

    Já os oradores romanos na época do Imperador Trajano usavam o focale, para aquecer as gargantas dos oradores.

    A gravata, como conhecemos hoje, surgiu como fruto da praticidade dos croatas unida ao senso de moda dos franceses.

    Quando os mercenários croatas chegaram a França durante a Guerra dos 30 anos, entre 1618 e 1648, traziam um çlenço amarrado ao pescoço, que, entre outras utilizades mantinha o colarinho do uniforme fechado e alinhado. 
    O lenço dos oficiais era de seda e dos soldados de um tecido mais rústico. 

    Os croatas eram chamados de Hrvati, que os franceses denominavam de Croates. Unindo as duas palavras nasceu cravate, para definir esse tipo de acesório. O cravate era feito de tecido volumoso e até hoje é usado em trajes de noivos que querem dar um ar mais nobre ao seu traje.

    Gravata na verdade é uma corruptela da palavra cravate, em português. Nos paises de lingua inglesa chamam de necktie ou apenas tie.

    Luiz XIV, nosso Rei Sol, sempre a frente de seu tempo, começou a usar um lenço de seda branco e renda ao redor do pescoço aos 7 anos apenas. Acabou levando a moda a toda corte. 

    Os soldados ingleses, em campanha na Itália, acabariam levando a moda para as ilhas britânicas e de pois para a América.

    A revolução Industrial pedia mais praticidade e rendas e babados não eram adequadas. Surge o ascot, com uma única volta em torno do pescoço.
    Os adereços masculinos foram ficando cada vez mais práticos e simples, até que Jesse Langsdorf em Nova York teve a idéia de fazer uma gravata usando tres pedaços de tecido, começando o que conhecemos como a gravata de hoje.


     

     

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