• COMO SURGIU A MARCHA NUPCIAL
    Há 1 Ano - POR ANA FRANCO


    Um dos momentos mais aguardados em uma cerimônia de casamento é a entrada da noiva. Todos os olhares se voltam para a porta da igreja, de onde ela surge ao som da marcha nupcial.

    Muito embora algumas noivas optem por tocar apenas os primeiros acordes e depois entrem na igreja ao som de outra música, não resta dúvida de que a música mexe com todos, cria o clima de emoção e ansiedade pelo momento.

    E não importa se o casamento é mais ou menos solene, toda noiva sonha com esse momento de sua entrada triunfal.

    A Marcha Nupcial tem duas versões, e todas as duas tem sua origem no teatro. Uma delas faz parte de Lohengrin, peça composta por Wagner em 1850, a segunda, tem sua origem na obra Sonho de Uma Noite de Verão, de Shakespeare e foi composta por Mendelssohn.

    Aliás, a de Shakespeare foi vetada em algumas igrejas católicas, uma vez que narra uma história pagã.

    A Rainha Victoria, em 1858 ao casar com o principe Frederick, da Prússia, escolheu a Marcha Nupcial de Wagner para sua entrada e a de Mendelssohn para a saída. Foi ela também quem usou pela primeira vez um vestido branco. A tradição, na época, era de que as noivas usasse, vestidos vermelhos ou dourados.

    Contam os historiadores que, como Victoria foi a primeira de sua familia a se casar por amor, o noivo foi escolhido por ela, desde seu casamento, tanto a trilha de entrada da noiva quanto o branco usado pela noiva, ficaram marcados pelas noivas do mundo todo, até os dias de hoje.

     

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