• CARMEN MAYRINK VEIGA
    Há 1 Ano - POR ANA FRANCO



    O Brasil perdeu essa semana um de seus maiores expoentes de uma época que, infelizmente não volta mais.
    Filha de Maria de Lourdes de Lacerda Guimarães e Enéas Solbiati, Carmen Mayrink Veiga era o que os colunistas sociais de seu tempo costumavam chamar de " locomotiva da sociedade".

    Sim, porque todos andavam a reboque de seu estilo, no tempo em que não havia redes sociais, e tudo o que se via era publicado em revistas de circulação nacional.

    Carmen foi frequentadora assidua dos grandes desfiles de alta costura francesa. Casou em 1956 com o empresário Antonio Anfredo Mayrink Veiga, herdeiro de uma fortuna milionária. O casal teve um casal de filhos, Antenor e Tereza Antônia.

     O casal foi considerado como os mais chiques da América do Sul, recebia com frequencia em sua casa, participava de temporadas de caça na Inglaterra, França e Austria.

    Fez parte das lsitas das mulheres mais elegantes do Brasil inúmeras vezes, em em 1981 entrou na lista das mais bem vestidas do mundo, da prestigiada revista Vanity Fair. Cliente de Yves Saint Laurent, está listada em nos registros da alta costura de Paris
    desde muito jovem.

    Sofria de uma doença degenerativa que limitava seus movimentos, se tornou ativista da causa dos cadeirantes, conseguindo que rampas de acesso e outras facilidades fossem instaladas em locais como o Copacabana Palace, em restaurantes e até no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

    Apaixonada por gatos, incentivava a castração e adoção de gatos vira-latas. O Brasil perde uma de suas maiores damas.

     

     

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